Ana Bragança

Co-fundadora da Ondamarela, é gestora cultural, especializada em projectos de mediação e envolvimento comunitário.

Foi consultora na empresa Opium, em projectos como o Plano de Dinamização das Aldeias Vinhateiras do Douro, o Plano de Gestão do Centro Histórico do Porto Património Mundial e a Candidatura de Guimarães a Capital Europeia da Cultura em 2012.

Na Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura, integrou a direcção executiva, onde coordenou a área de marketing e acolhimento. Foi gestora de projecto n’A Oficina, onde coordenou a incubadora de indústrias criativas da Plataforma das Artes e da Criatividade. Colaborou com o serviço educativo do Centro Internacional das Artes José de Guimarães e co-concebeu e co-coordenou o West Way Lab Festival 2014.

Integrou a equipa que desenvolveu o guião expositivo da Casa da Memória de Guimarães. Concebeu e coordenou projectos como Fervença (Bragança), Bida Airada (23 Milhas, Ílhavo), Ode to Joy (Presidência do Conselho Europeu, Malta), Mewga Muzika (La Valletta 2018 European Capital of Culture), Dias do Património a Norte (Ministério da Cultura), Som.Sim.Zero e Abertura do Festival Tremor (S. Miguel, Açores), Eu Sou de Cá (Aldeias Históricas de Portugal) entre outros programas culturais participativos ou de base colaborativa, com o envolvimento de diferentes artistas e comunidades.

Tiago Novo (New Max)

Tiago Novo (aka New Max) reconhecido pelo grande público graças ao seu trabalho como compositor/produtor e também como uma das metades dos Expensive Soul, é natural de Leça da Palmeira e frequentou o conservatório de música do Porto. É um dos impulsionadores da Soul/R&B em Portugal, estando assim ligado às sonoridades vintage e analógicas. Produziu nomes como Marta Ren & The Goovelvets, GNR, Salto, NBC e Dj Link.

Como cantor dos Expensive Soul actuou em centenas de palcos nacionais, tendo também partilhado o palco com grandes nomes como Rui Veloso, Omar, Incognito, Jorge Fernando, Paulo de Carvalho, Ana Moura e Rui Reininho. Em 1999, fundou a editora/estúdios NewMaxRecords.

Carlos Fuchs

Carlos Fuchs nasceu e foi criado no Rio de Janeiro, num ambiente cercado pela música. Aos 7 anos de idade iniciou seus estudos ao piano. A inquietude criativa e paixão pela música, levaram-no também para os bastidores, aos estúdios, aos segredos das gravações. E assim, a partir dos 22 anos de idade, a música e o áudio direcionaram a sua vida.

Sempre com excelentes críticas, tanto no Brasil como no exterior, lançou três álbuns como artista, sendo dois em parceria com a cantora Ryta de Cássia e um em duo com o cantor e compositor Marcos Sacramento. Como produtor musical e técnico de som, Fuchs trabalhou desde 1999 no seu estúdio de gravação, o Tenda da Raposa, no Rio de Janeiro. Entre os inúmeros talentos que passaram pela Tenda, podemos destacar nomes com os de Yamandú Costa, Hamilton de Holanda, João Bosco, Caetano Veloso, Joyce Moreno, Danilo, Dori, Nana e Alice Caymmi, Ivan Lins, Gilson Peranzzetta, Joel Nascimento, Água de Moringa, Carlos Malta, Hermeto Pascoal, Brad Mehldau, Egberto Gismonti, Nelson Sargento, Dona Yvone Lara, Leila Pinheiro, Pedro Luís e a Parede, Zélia Duncan, Lenine, Valéria Lobão, Marcos Sacramento, Pedro Miranda, Marcello Gonçalves, Anat Cohen, Marcelo Camelo, etc.

Recentemente, algumas das suas produções foram indicadas ou laureadas com prémios, como o álbum Noel Rosa, Preto e Branco, de Valéria Lobão, indicado ao Grammy Latino de 2016 e ao Independent Music Awards do mesmo ano, Só Alegria, do quarteto formado por Eduardo Neves, Luis Barcelos, Rogério Caetano e Celso Silva, vencedor do Independent Music Awards de 2015 e o álbum Outras Coisas, de Anat Cohen e Marcello Gonçalves, indicado ao Grammy de 2018.

No final de 2018 Carlos Fuchs muda-se para o Porto, para dar continuidade à sua carreira tanto de artista como de produtor/técnico de som. Actualmente é um dos técnicos residentes da Arda Recording Co.

Cláudio do Lago Tavares

Nasceu no Porto em 1981. Frequentou o Conservatório de Música do Porto e licenciou-se em Som e Imagem (especialização em Som) na Universidade Católica Portuguesa.

Enquanto músico colabora/ou em diversos projectos tais como S. Pedro, Glockenwise, Throes and the Shine, Duquesa, For the Glory, The Last Internationale entre outros, tendo participado em centenas de concertos tanto em território nacional como no estrangeiro.

Desde 2011 foi um dos técnicos de som /produtores dos extintos Estúdios Sá da Bandeira, no Porto, onde trabalhou com Sandy Kilpatrick, Samba Sem Fronteiras, The Weatherman, Souls of Fire, Bezegol, Beth Hirsch, April Ivy, Mundo Cão, Via, Throes + The Shine, Master Jake, Sea, Before and After Science, The Japanese Girl, Lince, We Bless This Mess, Smartini, Killimanjaro, Can Cun, Beni Mizrahi, Orquestra Bamba Social, Meio Irmão, Lodge, Olavo Lupia, Vircator, Bié, Lado Esquerdo, Ghetthoven, Equations, Não Simão, Corvo Mudo, entre muitos outros.

Conta com mais de uma década de experiência no ensino profissional, onde leccionou inúmeros módulos de gravação e mistura. É membro fundador da Arda, técnico residente da Arda Recording Co. e é o director da Arda Academy.

Daniel Pires

Iniciou a sua atividade pela atividade fotográfica, área na qual detém variadíssimas formações. Fundador dos Maus Hábitos e da Saco Azul, desenvolve há 18 anos a sua atividade como gestor cultural e diretor artístico deste equipamento. É convidado a fazer várias conferências e palestras sobre a importância dos espaços alternativos e intermediários, destacando-se no Brasil e Galiza e mais recentemente Macau e Shenzhen na China.

Em paralelo tem ministrado formações na área fotográfica, em Portugal, Brasil e Espanha, e continuou a desenvolver a sua atividade enquanto fotógrafo contando com inúmeras exposições, tanto nacionais como internacionais, tendo tido 3 representações na ARCO Madrid com o projeto Pinoteca com Isaque Pinheiro e Volker Schnüttgen.

Em 2008 é convidado para integrar a Direção da Agência para o Desenvolvimento das Indústrias Criativas (ADDICT). Finaliza o Mestrado na FBAUP no ano de 2012 em Design da Imagem, assim como assume a direção e coordenação do On-Off Laboratório de criatividade Urbana em Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura. Durante 3 anos integra a equipa de direção da associação Amigos do Coliseu até 2017.

Eduardo Maltez

Eduardo Maltez, natural de Ílhavo, estudou Eng. Electrónica e Telecomunicações na Universidade de Aveiro e Licenciou-se em Tecnologia da Comunicação Audiovisual no Instituto Politécnico do Porto.

Trabalha como Técnico de Som e Produtor de Eventos há cerca de 20 anos. Director de Produção e Produtor Técnico da Lovers & Lollypops, Milhões de Festa, Tremor, Serralves em Festa (2014-2018) e Gig Club. Para além de eventos musicais, produziu também eventos corporate, teatro, dança e circo. Como técnico de som colabora com Capicua, Bezegol e Mão Morta.

Francisco Reis (Reis)

Francisco Reis, apenas REIS no mundo da Música. Nasceu em 1984 na cidade de Coimbra. Com apenas 1 ano de idade foi viver para Lisboa e foi na Margem Sul do Tejo (Miratejo) que cresceu. Desde muito cedo que REIS se deparou que tinha um gosto muito próprio e especial para tudo o que envolvesse musicalidade. Na sua adolescência, sempre consumiu muito Hip-Hop.

Desde então REIS começou a trabalhar e a produzir incessantemente. Em 2008, muda-se para a cidade invicta. É no Porto que REIS cresce enquanto artista, se dá a conhecer e se enraizou até aos dias de hoje.

Em 2009 funda o seu estúdio – Lockdown Studios. É ainda neste ano que começa a colaborar com Jimmy P, colaboração essa que se mantém até aos dias de hoje.

REIS tem colaborado com outros grandes nomes, entre eles: JêPê (FVMILY F1RST), Valete, Mundo Segundo, NGA, entre outros. Em 2013 recebe dois convites que vêm a confirmar a sua consolidação como um dos produtores musicais mais influentes no país: teclista da banda de Mundo Segundo (Dealema), tendo feito todos os arranjos de teclas do álbum "Segundo o Ancião" e é também convidado pela Sony Music para ser o produtor principal do álbum de D8, tendo trabalhado em estúdio juntamente com Agir para a mesma finalidade. Em 2014, Jimmy P recebeu o prémio de “Melhor Performance ao Vivo – Artista Revelação” no Portugal Festival Awards com direção musical de REIS.

Rolando Sá ( Serial )

Rolando Sá, conhecido como Serial, é nascido e criado no Porto.Nos anos 90, fez uma breve passagem por Londres, determinante, aquando do seu regresso à Invicta, na criação dos Mind Da Gap.

Foi com este grupo que compôs e produziu inúmeros álbuns, marcos de referência do hip hop português- nomeadamente o aclamado Sem Cerimónias, que fez em 2018, 20 anos de lançamento.

O seu percurso continua com projectos a solo, colaborações com outros artistas e, mais recentemente, com a banda Pro´Seeds. De gostos tão exigentes quanto ecléticos, a procura pelos beats e samples mais “juicy” não cessa.

Gonçalo de Sousa

Nascido em Paredes em 1984, Gonçalo é Professor, Sound Designer e Técnico de Som, Mestre em Som e Imagem (especialização em Design de Som) pela Universidade Católica Portuguesa – 2010. Entre 2009 e 2011 foi técnico residente nos estúdios Breyner 85 (Porto), responsável pela captação, edição e mistura, onde trabalhou com bandas/músicos como Rui Azul, Trabalhadores do Comércio, Minnemann Blues Band, Paulo Praça, Pedro Vidal, Miguel Barros, Nuno Sarafa, Carl Minnemann, Alexis Rodriguez, Rui 'Cenoura' Ferraz, Sandro Norton, Renato Diz, Alfredo Abreu, Manuel Santiesteban, Manuel Beleza, Hugo Raro, João Salcedo, Samuel Quinto, Betó Sousa Pinto, José Lima, Filipe Larsen, Maria Viana, Diana Basto, Fatucha Leite, Daniela Maia, Né Ladeiras, 'ManuZé' Carvalho, Carlos Mendes, entre outros.

Continua ligado à música trabalhando pontualmente como técnico de som ao vivo onde já trabalhou com nomes como Budda Power Blues, Tiago Nacarato, Dan Riverman, entre outros, e gravação e edição de espetáculos de música erudita. Nos últimos anos tem dividido o seu tempo entre o ensino universitário e profissional (IPP e USJ – Macau) com o Sound Design e o Broadcast, através da captação, edição e pós-produção de som para diversos projetos de televisão, publicidade, cinema de animação e documentário, a nível nacional e internacional. É Coordenador Pedagógico da Arda Academy.

João Brandão

João Brandão é um técnico de som/produtor musical licenciado em Produção e Tecnologias da Música (ESMAE, 2008) e o CEO do grupo Arda.

Em 2007 funda os Estúdios Sá da Bandeira, que se tornaram nos últimos anos uma referência na gravação e pós-produção de artistas independentes, tanto nacionais como internacionais. Nos últimos anos trabalhou, tanto no Porto como em Los Angeles, com artistas tais como Glockenwise, The Last Internationale, Lonnie Holley, Black Bombaim, PAIÃO, Maria Bradshaw, Capicua, Tiago Nacarato, Throes + The Shine, Best Youth, Filho da Mãe, Bear Bug, Miguel Araújo, Killimanjaro, Marta Ren, Little Friend, Orquestra Bamba Social, Peter Brotzmann, The Sunflowers, Memória de Peixe, The Mean Devils, Cave Story, David Fonseca, The Lemon Lovers, Lululemon, Grand Pulsar, Jibóia, Jos Eckert, Mourah, Névoa, Mother Abyss, Botswana, Aspen, Disorder Orchestra, Equations, O Bisonte, Evols, entre outros.

Em 2016 é considerado pelo jornal Público um dos 5 produtores portugueses mais influentes na última década.

João Rodrigues (Virtus)

Nasceu em Miragaia, no Porto. João Rodrigues, mais conhecido por Johnny Virtus, MC e produtor musical licenciado em

Produção e Tecnologias da Música na ESMAE. Estudou guitarra clássica na Associação Cultural “Os Gambozinos”, frequentou o Conservatório de Música do Porto, e praticou piano jazz na academia de música Valentim de Carvalho.

Orientou diversos workshops relacionados com música e escrita para a Fundação Cidade de Guimarães - Guimarães Capital Europeia da Cultura 2012. Trabalhou como produtor e sonoplasta na Rádio Nova durante quatro anos. Actualmente compõe bandas sonoras para cinema e animação.

No panorama musical, Virtus estreou-se em 2008 com o EP “Introversos”. Quatro anos depois chegou “UniVersos”, o primeiro longa duração, editado meses antes do disco de instrumentais “Se Eu Fosse”. As suas influências são muitas e atualmente está “encharcado” de black music da cabeça aos pés. Tem insónias com Luiz Pacheco e Herberto Helder, mas é habitualmente socorrido por Nas, Sam The Kid, Biggie Smalls, Herbie Hancock, Glasper, Tom Jobim, Vinícius ou João Gilberto. Em 2018 anuncia a preparação do novo disco com os temas “Ainda Não Tem Nome” e “Trapézio”. Ao longo da carreira colaborou como MC e produtor em projetos de diversos artistas, alguns dos quais cúmplices do seu percurso: Mundo Segundo (Dealema), Maze (DLM), Ace (Mind da Gap), Capicua, Kronic, Berna, Serial (MDG), Minus, Keso, entre outros.

Luís Fernandes

Luís Fernandes (Braga, 1981) é músico, artista sonoro e programador cultural. O seu trabalho é desenvolvido paralelamente nas áreas da composição musical, performance e curadoria artística. Possui, desde 2015, grau de Doutor conferido pela Universidade do Porto.

Enquanto músico é elemento fundador da banda peixe : avião, mentor do projecto The Astroboy e Landforms, membro do coletivo La La La Ressonance, dos duos Palmer Eldritch e Quest, com a pianista Joana Gama e do trio Harmonies, com Joana Gama e Ricardo Jacinto.

É director artístico e fundador do Festival Semibreve, desde 2011, e diretor artístico do gnration, em Braga, desde 2014. Foi curador convidado na Capital Europeia da Cultura 2012 e Bienal de Cerveira em 2013 e 2018. Fez parte da comissão de candidatura da cidade de Braga a Cidade Criativa da UNESCO para as Media Arts (2015-2017) e é atualmente Coordenador Artístico do plano de acção decorrente desse mesmo título. Integra o comité de curadores da rede ENCAC (European Network for Contemporary Audiovisual Creation) ao lado de representantes de instituições como Ars Electronica (Linz), LABoral (Gijón), CDN Montpellier (Montpellier), Club Transmediale (Berlim) ou Onassis Cultural Centre (Atenas).

Comissariou trabalhos nos domínios do som, imagem e cruzamentos disciplinares a, entre outros, Phill Niblock, Mark Fell, Stephan Mathieu, Ryoichi Kurokawa, Tarik Barri, Hans-Joachim Roedelius, Joanie Lemercier, Keith Fullerton Whitman, Sarah Davachi, AGF e Zimoun.

Luís Viegas

Iniciou a atividade de agente e produtor cultural em 1999, tendo trabalhado com artistas como James, St. Germain, Fernanda Abreu, Martinho da Vila, entre outros.

Em 2002, juntamente Ricardo Simões, fundam a Smog – Produções Culturais, que durante cerca de 11 anos, produziu e promoveu artistas como Emir Kusturica & No Smoking Orchestra, Yann Tiersen, Jane Monhait & Ivan Lins, Luisa Maita, Hugh Laurie & The Copper Bottom Band, Blur, Patricia Barber, entre muitos outros.

Em 2013, funda juntamente com mais 4 cooperantes, onde se vêm a juntar mais 3, a cooperativa de produção, management, agenciamento e edição, Ao Sul do Mundo CRL. Na Ao Sul do Mundo é responsável pelo management de artistas como Conan Osiris, (PT), Selma Uamusse (Moçambique), Bulimundo (Cabo Verde), assim como agenciamento internacional do projecto luso-angolano Throes + The Shine, e dos portugueses Fausto Bordalo Dias e MEDEIROS/LUCAS – nacional e internacional. No que respeita à colocação de artistas internacionais no mercado português, a Ao Sul do Mundo é parceira dos festivais mais importantes que têm lugar em Portugal, e que vão da estética main stream até ao transe electrónico passando pelo Jazz e Músicas do Mundo. Complementarmente, o circuito institucional dos teatros, e alternativo dos clubes mais activos nos principais meios cosmopolitas portugueses.

Miguel Pinheiro Marques

Licenciado em Música, variante de Produção e Tecnologias da Música, pela Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo. Membro fundador e técnico de masterização nos Estúdios Sá da Bandeira no Porto, responsável pela masterização de discos de artistas e bandas como Capitão Fausto, Diabo na Cruz, Ana Moura, Diogo Piçarra, The Black Mamba, Balla, João Gil, Keep Razors Sharp, Sean Riley & The Slowriders, S. Pedro, Fernando Daniel, Manel Cruz ou SirAiva.

Actualmente é técnico de masterização na Arda Recording Co., um novo complexo de estúdios de gravação, mistura e masterização no centro da cidade do Porto. Além do seu trabalho como profissional do áudio, foi colaborador da revista portuguesa Produção Áudio entre 2009 e 2013, e é o autor do livro "Sistemas e Técnicas de Produção Áudio", publicado nos países de língua portuguesa pela FCA/Lidel.

Márcio Laranjeira

Depois de iniciada uma carreira como designer gráfico, que lhe valeu algumas experiências no estrangeiro, Márcio Laranjeira juntou-se à Lovers & Lollypops, assumindo os papéis de direção artística da estrutura e dos festivais TREMOR e Milhões de Festa.

Atualmente, Márcio é também agente de bandas e de artistas como Boogarins, Altin Gun, Jacco Gardner ou Killimanjaro, bem como docente convidado na pós graduação de Gestão nas Indústrias da Música no Instituto Politécnico de Coimbra.

Nuno Rodrigues

Nasceu em Barcelos onde, na adolescência, fundou os Glockenwise - banda da "cena de Barcelos" da qual ainda é membro integrante. Estudou Direito na Universidade de Coimbra e na Universidade de Utrecht, nos Países Baixos.

Vive no Porto, onde divide o seu tempo entre a música e a advocacia, especializando-se na área da propriedade intelectual. Trabalha sobretudo com músicos, artistas, promotores e editoras discográficas, pelo que a sua experiência em ambos os ofícios lhe conferem uma visão abrangente, real e pragmática dos meios artísticos.

Nuno Saraiva

Nascido na Mouraria, Nuno Saraiva obteve a sua licenciatura na Universidade de Toronto e pós-graduação na Universidade de Windsor. Fundou a sua primeira editora em 1995 e trabalhou na indústria musical Canadiana até 2004, altura em que foi viver para Londres.

Após vários anos de estrada, com digressões pelo Canadá, Reino-Unido e Europa, Saraiva regressa a Portugal em 2008, abrindo a SCL Agency, empresa de consultorias de desenvolvimento internacional. Foi co-fundador da AMAEI, Associação de Músicos Artistas e Editoras Independentes, em 2012, co-fundador do Westway LAB em 2014, primeiro showcase festival e conferência internacional de música em Portugal; e ainda co-fundador da WHY Portugal, plataforma de exportação da música portuguesa, em 2016 onde exerce actualmente o cargo de Director Executivo.

Divide o seu tempo entre estas actividades de interesse público, entidades e projectos estratégicos à profissionalização e desenvolvimento do cluster da música portuguesa; e a sua marca editorial de gestão de direitos autorais da SCL: a Lusitanian representa em Portugal, enquanto "publisher", vários catálogos editoriais estrangeiros, tais como a Schubert Music Publishing, a Freibank, Arts & Crafts, Budde, Humaita, Editions Bjorlund e outras. 25 anos de rock n roll.

Pedro Augusto

Pedro Augusto, nascido em Leiria em 1983 e estabelecido no Porto desde 2001, cursou a FBAUP, onde se licenciou em Artes Plásticas – Escultura (2007). Posteriormente cursou um Bacharelato em Linguística pela FLUP. Como músico, criou o alter-ego Ghuna X em 2004, tendo performado centenas de concertos pela Europa em diversos festivais de música, museus, clubs, galerias de arte, eventos diy, etc. Fundou a editora independente Marvellous Tone em 2004 e o colectivo de produtores portuenses Faca Monstro em 2008, ambos com vasto legado editorial e programático.

A sua principal actividade, como compositor de bandas sonoras originais, iniciou-se em 2010, tendo trabalhado para criações de teatro e dança. Inscreve-se igualmente como produtor musical e engenheiro de som em diversos discos nacionais, como Capicua, Black Bombaim, Calhau! etc.

Em 2014 criou o projecto musical Live Low, tendo editado em 2016 o primeiro LP (“Toada”, Lovers & Lollypops) dedicado ao universo da música tradicional, coral e popular portuguesa.

É formador, desde 2008, do Serviço Educativo da Casa da Música – Digitópia.

Pedro Nascimento

Iniciou os estudos em artes aos 14 anos, e aos 15 anos foi estudar para Vila Nova de Cerveira, uma pequena Vila no Minho, Norte de Portugal, na fronteira com Espanha. Aos 19 anos, depois de completar o curso de Artes Gráficas e Fotografia na EPOA, esteve um ano em Montpellier ao abrigo do programa JPE, desenvolvendo vários trabalhos na área da fotografia e da animação sócio-cultural, estando em constante contacto com outros projectos de intercâmbio de curta e longa duração.

Regressa ao Porto aos 20 anos, e desenvolve trabalho profissional a nível da fotografia de produto e de arquitectura, como formador de fotografia e como animador sócio-cultural (estando envolvido em vários projectos comunitários, associações culturais, entre outros projectos).

Aos 24 anos, a ligação ao mundo da música impõe-se, começando a trabalhar como Road-Manager, e logo depois numa agência de Booking, iniciando-se nas lides de produção de eventos também. Desde 2006 integrou a Turbina, e desde 2010 tem desenvolvido e alargado o leque de acções e intervenções, nas várias áreas de expressão artística, tendo especial e nítido destaque o mundo da música.

Desde 2016 assume responsabilidades na AMAEI como Vice-Presidente.

Rui Portulez

Rui Portulez é A&R da NorteSul (Valentim de Carvalho), artista de rádio, locutor de publicidade, escrevente, criativo, crítico de música, dizedor de poesia e agitador cultural.

Fez uma série de documentários com o Centro de Inovação da RTP Porto e a Antena3 (Autoria e Locução) para fixar a memória e a história da música em Portugal. I Love My Label - A Edição Independente em Portugal e Uma Espécie de Punk.

Aprendeu a fazer a rádio na RUC - Rádio Universidade de Coimbra, onde foi director de programas e descobriu a vocação de artista de rádio matutino. Daí foi para a XFM, Mix FM e esteve 12 anos na Rádio Oxigénio. até trocar Lisboa pelo Porto. Foi também director de programas na RUM – Rádio Universitária do Minho.

Escreveu no Independente e no Público e em mais uma série de publicações avulsas. Publicou poesia na colectânea d’Os Poetas do Povo e em 2015 lançou o livro de poesia familiar "Rima, não rima?".

Sara Cunha

Licenciada em Comunicação Social, tem vindo a desempenhar funções nas áreas de comunicação e produção cultural desde 2010. Foi ao longo de 4 anos responsável pelo gabinete de comunicação da CTL/MUSICBOX, desenhando a estratégia de comunicação online, media e institicional dos vários projectos.

Desde Janeiro de 2017 que trabalha como freelancer produção e comunicação tendo colaborado com projectos como o IndieLisboa, a Galeria Zé dos Bois, Maus Hábitos, o Fest - Festival Novo Cinema, Novos Realizadores, o Mucho Flow, o Cine'Eco Seia, Curtas de Vila do Conde, o Porto/Post/Doc, o Tremor e o Milhões de Festa. Colaborou também na produção do MIL e da Rádio Silêncio, integrado no festival com o mesmo nome.

Tem também a seu cargo a comunicação de bandas nacionais e de outros projectos na área do cinema e da performance.

Zé Nando Pimenta

O seu percurso profissional iniciou-se, em 1998, em Nova Iorque, onde passou dois anos, depois de se graduar no prestigiado Berklee College of Music, de Boston. Aí, tendo como base os Kampo Studios, colaborou com Arto Lindsay e com Andres Levin, em discos como “Prize”, do primeiro, ou “Memórias, crónicas e declarações de amor”, de Marisa Monte.

Em 2001, resolveu fixar-se em Barcelona (antes de regressar, definitivamente, a Portugal), formar a desconcertante Zany Dislexic Band, gravar Type, o seu primeiro projecto pessoal, montar um excelente estúdio e fundar a Meifumado, uma das mais estimulantes editoras independentes portuguesas dos últimos anos, responsável pela edição de discos marcantes de nomes como Ppelectro, Kalaf + Type (álbum que assinou em colaboração com o conhecido artista angolano), PZ, Abztraqt Sir Q, Paco Hunter (grupo que dividiu com o irmão, Paulo Zé), Mind da Gap, Guta Naki, We Trust, Small Trio, Peixe, Expeão ou Orelha Negra, a maior parte dos quais reflecte a qualidade extrema do seu trabalho.

É que, talvez por ser um dotado multi-instrumentista, com uma sólida visão musical, e por se sentir tão à vontade com várias estéticas, como se sente com a sua expressão clássica, eminentemente apoiada na captação acústica, Zé Nando Pimenta trata como poucos todos os detalhes do minucioso processo de produção de um disco.

Com ele, desde a gravação à mistura, tudo é tratado com um cuidado e uma coerência extrema. Sejam as dimensões harmónicas e tímbricas, sejam as propriedades sónicas, nada é deixado ao acaso e por isso os discos que assina pareçam, muitas vezes, de uma outra divisão.

Formadores

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